Flamengo e Caixa Econômica seguem as tratativas em relação ao terreno do antigo Gasômetro na zona central do Rio de Janeiro. Em entrevista ao “Poder 360”, o presidente do banco afirmou que as conversas estão “fase preliminar para encontrar os termos de interesse comum” e que um fator ainda gera debate:
“A área desejada, do Gasômetro, no centro urbano do Rio de Janeiro, é muito bem localizada. Nós temos alguns parâmetros porque a Caixa administra um fundo de investimento, onde há o chamado Cepac (Certificado de Potencial Adicional de Construção). Há uma relação direta entre o valor do Cepac e o metro quadrado. É uma conta aritmética”, declarou Carlos Vieira.
Fica claro que as tratativas ainda estão longe de chegar a um final feliz e que o Flamengo não está disposto em pagar o valor integral solicitado pelo terreno de R$ 250 milhões de reais. Resta aguardar as cenas do próximo capítulo.






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