Com pouco mais de 2 meses de trabalho, o treinador Jorge Sampaoli conseguiu elevar o nível de competitividade do Flamengo e voltar às primeiras posições dos torneios. Além disso, colocou o jovem Matheus Cunha como goleiro titular e deu uma certa estabilidade ao time, porém, com a chegada de Agustín Rossi, a disputa pela posição voltou a aumentar.
“O Sampaoli é um grande treinador. Ele chegou conversando e dando oportunidades a todos. Acho que todos nos sentimos valorizados desde o começo. Aos poucos estamos nos adaptando às ideias, aos conceitos de jogo e estamos evoluindo. O trabalho realizado por toda comissão e meu empenho no dia a dia me fizeram ganhar essa oportunidade. Quero sempre evoluir, ouvir e aprender. Observo bastante e tento cumprir aquilo que treinamos. Tudo é fruto de trabalho e empenho”, afirmou Matheus Cunha em entrevista ao “LANCE” e ainda falou sobre a convivência com Diego Alves e o ambiente no Ninho do Urubu.
“Eu já brinquei com isso outras vezes. O Diego Alves sem dúvida foi um espelho. Ele me abraçou e eu aprendi muito com ele nesse período em que estivemos juntos. Não só com ele, mas com todos os goleiros. O Santos é um cara muito especial e agora temos também o Rossi. Uma briga sadia e quem sai ganhando é o Flamengo. Não temos vaidade, queremos o melhor para o grupo e acho que todos temos qualidades. A defesa (pênalti) me deixou muito feliz e ainda mais confiante seguir evoluindo e correspondendo como titular”, finalizou o goleiro de 24 anos.






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