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Marcos Braz analisa o chaveamento do Flamengo na Libertadores

Marcelo Cortes / Flamengo
Marcelo Cortes / Flamengo

A Conmebol realizou o sorteio das oitavas de final da Libertadores na tarde desta sexta-feira (27), e o Flamengo teve seu adversário revelado. Trata-se do Tolima, da Colômbia. Os duelos acontecerão no final de junho e início de julho, sendo que o Mais Querido decide em casa. Em entrevista para o jornalista Renan Moura, da Globo, o vice de futebol, Marcos Braz, analisou o confronto e o chaveamento até a final.

“É muito ruim pegar o Flamengo também, eu posso dizer isso com certeza absoluta, encarar o Flamengo é pedreira. Acho que esse chaveamento não foi tão ruim, se você for analisar o lado esquerdo com Palmeiras e Atlético-MG, tudo indica que irão passar e já se enfrentam. Acho que o chaveamento ficou equilibrado, nas oitavas pode ter tido time que pegou adversários tranquilos, mas na fase seguinte vem pedreira. Quem pegou moleza agora tem pedreira na subsequência, então vamos pra cima”, disse Marcos Braz, enquanto Bruno Spindel também deu a sua opinião:

“O mais complicado realmente é o Tolima, a logística é complicadíssima com quase cinco horas de voo e mais quase cinco horas de ônibus. Isso desgasta todos não só os atletas, como também o staff. Há pouco tempo atrás, o Flamengo viajou 50 horas dentro de avião em quatro semana. Isso é algo que realmente afeta desempenho, recuperação e que tem ser cuidado com muita atenção na temporada. O Flamengo tem que passar pelo obstáculo que tem à frente e passar por qualquer adversário para chegar em mais uma final de Libertadores”, concluiu.

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