Em recente entrevista concedida ao “SporTV”, o técnico Renato Gaúcho analisou o período em que dirigiu o Flamengo. Mesmo com a derrota na final da Taça Libertadores da América, o treinador avaliou sua passagem como boa à frente do clube carioca. lamentando o fato de ter convivido com muitos problemas de ordem médica na reta final da temporada. Ele ainda afirmou, que logo após o duelo diante do Palmeiras, ele nem quis ouvir a diretoria e optou por entregar o cargo imediatamente.
O ex-comandante ainda afirmou que a queda de rendimento do elenco rubro-negro foi algo normal. Segundo ele, a equipe estava em uma sequência insana de jogos, e não foi possível manter a regularidade nas partidas, o que acabou refletindo nos resultados em campo.
“A queda de rendimento acontece em qualquer grupo, caro ou não. O maior problema que enfrentei no Flamengo é que estávamos em três competições importantíssimas. Tivemos a infelicidade de ter muitos jogadores entregues ao departamento médico. Isso fez com que houvesse um desgaste porque não tínhamos muitos jogadores para revezar. No Brasileiro, o Flamengo foi muito prejudicado em termos de arbitragem, e na Libertadores enfrentamos um grande clube, e só um iria ganhar. Quando estávamos bem, o Andreas teve aquela jogada de infelicidade onde tomamos o segundo gol e fez com que o Palmeiras se fechasse. Era um grupo muito bom, com jogadores competentes, mas uma infelicidade e outra perdemos o título”, disse.
“Muita gente fala que o Flamengo me mandou embora, mas não foi bem assim. Eu entreguei o cargo após o jogo. Já tinha me despedido dos jogadores no vestiário. Liguei para o Braz e Bruno dias depois, independente do que eles estavam pensando, avisei que iria sair. Pedi para sair até para dar tranquilidade ao próximo treinador e ao grupo fazer os jogos finais (do Brasileiro), me posicionei logo em seguida”, completou.
Atualmente livre no mercado, Renato Gaúcho deixou claro que não teve problemas nos bastidores do Flamengo. Sendo assim, como não guarda mágoa, o treinador espera ter uma nova oportunidade de dirigir o clube no futuro.
“Não tenho queixa nenhuma, fiquei muito feliz de ter trabalho no Flamengo, e espero um dia voltar. Claro que não seria agora por causa do desgaste“, expressou.






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