Depois de o técnico Domènec Torrent não conseguir se destacar no futebol brasileiro e ser demitido. o Flamengo voltou a apostar suas fichas na contratação de um técnico europeu. Sendo assim, durante a apresentação do português Paulo Sousa, Marcos Braz, vice-presidente de futebol do clube carioca foi perguntado sobre as demissões que aconteceram na gestão do presidente Rodolfo Landim. Dando um destaque maior para dois casos em especial, o cartola afirmou que a pandemia foi um fator determinante para que o Mister Jorge Jesus deixasse o Mais Querido em 2020.
“Nós tivemos um técnico (Abel Braga) no começo da temporada de 2019, que entendíamos que deveríamos ter. Ele é que resolveu sair. Quando contratámos Jorge Jesus, foi após um pedido de demissão de um técnico. Chegou 2020 e tínhamos um técnico com contrato. Existiu uma situação que saiu do controlo de todos nós, a maior crise sanitária da humanidade – a Covid-19 – e o técnico, que não era daqui, que não estava no seu país, sentiu-se desconfortável e pediu para sair. No meio deste processo, tivemos treinadores que não demitimos, mas sim que queriam sair e nós respeitamos os pedidos de demissão”, disse.
Sem ter sucesso no Benfica, Jorge Jesus voltou ao radar do Flamengo. Porém, como demorou para dar uma resposta, a diretoria se cansou e foi em busca de outra opção no mercado. Logo depois de fechar com Paulo Sousa, o ‘Mister’ acabou sendo demitido do Benfica.






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