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Presidente do Grêmio estuda possibilidade de não entrar em campo contra o Flamengo

Divulgação / Grêmio

E segue a polêmica envolvendo a volta dos torcedores na partida entre Grêmio e Flamengo, válida pela Copa do Brasil, que será disputada na próxima quarta-feira (15), às 21:30h, no Maracanã. Depois do diretor jurídico do clube gaúcho Nestor Hein, informar que se houver torcedores no duelo entre as equipes, o tricolor dos Pampas não entrará em campo, foi a vez do presidente do clube Romildo Bolzan se manifestar sobre o assunto.

Nesta quinta-feira (09), o mandatário concedeu uma entrevista ao programa “Seleção SporTV” e alegou que a equipe gremista analisa a possibilidade de não entrar em campo contra a equipe carioca, no jogo de volta. O dirigente cobra que a diretoria do clube carioca tenha a mesma postura dos gaúchos, já que no primeiro embate entre as equipes foi realizado sem a presença dos torcedores do Imortal.

“O Grêmio está examinando, à luz do regulamento e das consequências, que possa não entrar em campo. Mas essa é uma situação que estamos examinando para ver todas as consequências”, falou Bolzan, que criticou a liminar que permite ao Flamengo colocar público em seus jogos”, disse Romildo Bolzan, ao “Seleção SporTV”, do canal pago Sportv.

“A posição do Grêmio é a isonomia, da equidade, da igualdade, daquilo que significou o compromisso assumido no início do campeonato, e que foi aderido pelo protocolo de retorno. Nós fizemos a nossa parte, organizamos a nossa parte, cumprimos o nosso jogo e agora estamos aguardando a reciprocidade”, completou o presidente do Grêmio.

Por fim, o presidente do Grêmio ressalta que há um acordo entre os 20 clubes da Série A, de coordenar o retorno de público aos estádios de forma conjunta.

“É um acordo formal. Ele ratifica o regulamento da competição e também coloca outras situações que são ‘inovatórias’. Depois veio o protocolo também, em relação à volta do público, que acabou fazendo parte também do regulamento da competição. O que nós estamos falando aqui é ata formalizada, assinada, ajustada em Assembleia Geral. Ele ficou ajustado com efeito de lei”, destaca Romildo Bolzan.

“Nós queremos que o público retorne, essa que é a verdade, mas temos que ter maturidade suficiente de organizar minimamente um consenso, um grande debate nacional para influenciar em todas as praças que tem a Série A”, concluiu o dirigente ao “Seleção SporTV”.

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