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Liberação de público no Maracanã gera confusão nos bastidores do futebol brasileiro

Alexandre Vidal / Flamengo

O Flamengo voltará a campo no próximo domingo (12), quando medirá forças contra o Palmeiras, um dos favoritos para a conquista do título do Brasileirão 21. Depois do confronto dos postulantes ao título, o rubro-negro voltará às suas atenções para a partida contra o Grêmio, que acontecerá na próxima quarta-feira (15), válida pela Copa do Brasil. O duelo contra os gaúchos está se tornando a grande polêmica da semana, devido à liberação do publico por parte da prefeitura do Rio de Janeiro.

A equipe gaúcha, por meio de seu diretor jurídico, Nestor Hein, manifestou a intenção de não entrar em campo se for confirmada a presença de público na partida de volta. Os cartolas do tricolor gaúcho debatem que como o jogo de ida, que aconteceu no dia 25 de agosto aconteceu com os portões fechados, para não haver um desequilíbrio das regras impostas pela CBF, espera que a segunda partida aconteça também sem a presença da torcida.

O clube carioca também estuda a hipótese de liberar a presença de público para as partidas contra o Grêmio, pelo Campeonato Brasileiro, e para o embate diante do Barcelona de Guayaquil, pela semifinal da Libertadores da América. A entidade máxima do futebol brasileiro marcou uma reunião de emergência para debater o assunto, entretanto, a diretoria rubro-negra emitiu uma nota oficial alegando que não participaria da solenidade.

Flamengo e Grêmio está marcado para a próxima quarta-feira (15), no Maracanã, a partir das 21h30 (horário de Brasília). Para ingressar no estádio, segundo ordens da prefeitura do Rio de Janeiro, os torcedores precisarão cumprir uma série de medidas sanitárias, como comprovante de vacinação, teste negativo para a Covid-19 e distanciamento de um metro.

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