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Prefeitura libera público no Maracanã, mas não agrada ao Flamengo

Paula Reis / Flamengo

Por conta da pandemia de coronavírus, que paralisou o futebol nacional em março de 2020, os clubes não podem receber público nos estádios desde então. No entanto, com a liberação da Conmebol, o Flamengo conseguiu se apresentar pra cerca de 6 mil torcedores no estádio Mané Garrincha, em Brasília pela Libertadores da América. Isso porque não havia conseguido a liberação para atuar no Maracanã com a presença da Nação.

Essa liberação aconteceu de forma pontual, em autorização da Prefeitura do Rio, nesta sexta-feira (30). Inicialmente, o Maracanã poderá receber 10% de sua capacidade (7 mil torcedores), sendo ampliado para 50% em setembro e 100% em outubro, no entanto, isso não agradou a diretoria rubro-negra.

Por meio das redes sociais, Rodrigo Dunshee de Abranches, vice-presidente geral e jurídico fez críticas e sugeriu que o Mais Querido deverá mandar a partida em outro lugar.

“Perde o Rio de Janeiro, perde o turismo, perde a fazenda pública e perde, principalmente, o carioca. Temos para onde levar nossos jogos. Vida que segue. 10 por cento não é economicamente sustentável. 10 por cento foi o que deram em janeiro para a (final da) Libertadores. Com testagem era seguro 30%, Como BH, Cuiabá, Brasília etc.. Abrir o Maracanã para público custa caro. Tem uma logística grande”, afirmou.

O duelo pelas quartas de final da Libertadores contra o Olímpia, acontece no próximo dia 18 de agosto. Esse será o confronto de volta valendo vaga na semifinal.

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