A importância do meia Gerson para o Flamengo é inegável, dada a sua titularidade e liderança dentro de campo nos últimos dois anos vestindo o manto sagrado. No entanto, com sua saída para o Olympique de Marseille, o time comandado por Rogério Ceni precisa achar soluções para repor a sua ausência.
Durante uma transmissão no “Canal Zico 10“, o Galinho elogiou bastante o desempenho de Gerson no Flamengo, mas destacou que não existe jogador insubstituível.
“O Flamengo seria menos favoritos se perdesse o Arrascaeta o Everton o Gabigol e o Bruno Henrique, aí sim. Agora, o Flamengo nunca dependeu de um ou outro jogador, mas sim do conjunto do time, e o Gerson fazia parte disso. Ele se encaixou muito bem, fez ótimas partidas e fez por merecer a convocação para a Seleção Olímpica e Seleção brasileira, sem dúvida, foi um muito importante”.
“Mas eu continuo com a minha opinião de que não existe jogador insubstituível. Se em 1962 o Pelé saiu, o Amarildo entrou, e a Seleção Brasileira continuou campeã do mundo, qualquer jogador pode ser substituído. O Flamengo e o torcedor têm que agradecer pelo período maravilhoso ao Gerson, mas acho que o Flamengo tem tudo para continuar no mesmo ritmo pelo plantel que tem e pelos jogadores que tem”, disse o ex-jogador.
Já sem Gerson, o camisa 8 será Thiago Maia, que retornou de uma grave lesão que o deixou parado por 7 meses e deve assumir a titularidade. O Flamengo enfrena o Juventude, às 11 horas, fora de casa, com transmissão do Premiere.






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