Em uma equipe multicampeã, como é o caso do Flamengo, a premiação paga ao elenco e funcionários é um tema que sempre fica em evidência. Durante o mandato do ex-presidente Eduardo Bandeira de Melo, as metas eram pré-estabelecidas de acordo com a classificação dos campeonatos em que o clube estivesse disputando.
A premiação fornecida pelo rubro-negro era muito criticada externamente, uma vez que a torcida achava justo que o repasse fosse feito apenas em caso de conquista de título. Em entrevista ao podcast Folha Seca, de Portugal, o presidente Rodolfo Landim contou que vem tentando alterar este processo.
“Entre os atletas, o que a gente tentado fazer, é atrelar a remuneração a uma parcela bastante razoável de remuneração variável em função dos resultados. Ou seja, a medida que os anos vão passando, esse já é o terceiro ano que eu estou aqui, o que a gente foi modificando foi cada vez mais, concentrando, e aumentando a premiação quando os jogadores conseguem ganhar os campeonatos e reduzindo a parcela de remuneração variável em caso da vitória do título não acontecer. Antigamente os jogadores acabavam recebendo uma remuneração que era uma parcela da remuneração que o clube ganhava de premiação pelo campeonato. Hoje eles podem ganhar mais do que o clube pode receber de premiação desde que eles ganhem o campeonato. Se eles não ganharem o campeonato, não vão ganhar remuneração nenhuma”, disse o Presidente.
É importante ressaltar que as entidades esportivas premiam os clubes por fases vencidas ou pela colocação final, como no Brasileirão por exemplo. Neste caso, se desclassificado ou qualquer posicionado em qualquer lugar que não seja o título, o planejamento do presidente é que jogadores e demais membros do departamento de futebol não recebam qualquer premiação.






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