Tendo completado recentemente a marca de 300 jogos pelo Flamengo, o atleta Willian Arão, que é volante por formação, tem atuado como zagueiro a pedido do treinador Rogério Ceni e tem se saído bem. Em entrevista ao “Bem, Amigos!” desta segunda-feira, o jogador disse que se vê em condições de receber uma chance de Tite na Seleção Brasileira.
“Nas duas funções (zagueiro e volante), tenho condição de representar a seleção. Em 2019, metade do time do Flamengo, se não todo, poderia ter ido para a seleção. Estávamos vivendo um momento ótimo. Na Europa, é normal irem oito jogadores do Real Madrid, do Barcelona, irem para a seleção da Espanha. No Brasil, talvez seja impossível convocar seis ou sete do mesmo time. Estamos disputando um campeonato de altíssimo nível. (…) Não é porque o jogador está na Europa que tem vantagem (na seleção brasileira). Às vezes, para nossos jogadores, parece que sim”, afirmou, que ainda comentou sobre a importância de Abel Braga e Jorge Jesus na sua evolução no Flamengo:
“Abel teve um papel muito importante, porque chegou num momento em que muitas pessoas duvidavam de mim. Ele confiou muito no meu trabalho, disse que eu seria titular. Me deu muita confiança e liberdade para desempenhar meu papel, que naquela altura era de segundo volante. Infiltrar, chegar no ataque de surpresa”, declarou o camisa 5.
“Depois veio o “Mister e me deu uma outra função, de primeiro volante, mais organização de time, digamos assim. Mais funções táticas e defensivas, e me explicou muita coisa. Abriu os olhos para explicar o jogo de uma maneira que até então, eu não tinha enxergado. Essa mistura foi muito boa para mim, agradeço muito aos dois. Abel é paizão, Mister não tenho o que falar”, completou.





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