O atacante Gabriel Barbosa, o Gabigol segue alcançando números impressionantes pelo Flamengo. Além de ser o artilheiro do clube no século 21, ele também ultrapassou Zico e se tornou o maior goleador do time na Libertadores da América. Para o colunista Rodrigo Mattos, se mantiver a média, o atacante pode alcançar feitos raros no futebol moderno.
“Acabou casando essa situação dele (Gabigol) ter ido pra Europa antes de chegar ao Flamengo, então por isso a estadia se prolonga mais tempo. Passou por dois times, ganhou o carimbo que o futebol europeu dá ao jogador que vai e não fica, ai dá pra fazer uma discussão longa se é justo ou não. Provavelmente, a estadia aqui deve se prolongar por mais um tempo e pode conquistar feitos raros neste futebol moderno. Em geral, os atletas acabam indo embora“, disse durante o podcast UOL Flamengo, que ainda teve o setorista Alexandre Araújo comentando sobre o impacto do camisa 9 a nível nacional.
“Quem observa os jogos do Flamengo repara um Gabigol intenso e ele mesmo diz que é fominha. Hoje em dia, no futebol de hoje, ele tem esse ingrediente da rivalidade, ele desperta amor e ódio. Ele consegue algo muito interessante que é a idolatria quase que de um jogador nacional. A criançada, independente do time que torça, imita o gesto dele. Tem uma geração ai que está vendo o Gabigol como o grande goleador do Brasil“, pontuou.
Por conta de uma indisposição, o atacante Gabriel Barbosa não estará à disposição do treinador Rogério Ceni, na estreia do Flamengo no Brasileirão, neste domingo (30), às 16 horas, no Maracanã.
