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O documentário produzido pelo streaming Globoplay sobre a história do atacante Gabriel Barbosa, de nome ‘Predestinado’, virou alvo de muita polêmica. Isso porque em seu episódio final, mostrou a detenção do atleta após uma ida a um Cassino ilegal em época de pandemia de coronavírus, em São Paulo.

O site UOL Esporte teve acesso à integra do contrato entre atleta e emissora: ele prevê pagamento de R$ 287,5 mil e mais uma participação de 50% em futuros licenciamentos da produção para Gabigol e seu estafe, e veta que a produção tenha qualquer menção à vida amorosa do artilheiro.

Desse valor pago pela Globo, R$ 250 mil são destinados ao próprio Gabriel, e R$ 37,5 mil à empresa 4Comm, que gere a sua carreira. Em caso de licenciamentos futuros para outras emissoras ou serviços de vídeo, os lucros seriam divididos: 50% para a Globo, 40% para Gabigol e 10% para a 4Comm.

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