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E para continuar a política de austeridade financeira o clube terá que continuar negociando suas joias. Sem poder fazer grandes investimentos devido a pandemia, a diretoria tem consciência que agora não é hora para cometer loucuras. E uma mostra disso foi a desistência na contratação do lateral Rafinha. No entanto, na outra ponta dessa equação existe a necessidade de negociar atletas que não fazem parte dos planos, como Yuri César, Lincoln e Natan.

E a lista não deve parar por aí, já que o goleiro Hugo Souza e o meia Daniel Cabral despertam interesse de equipes europeias. O camisa 45 é um desejo do Ajax, da Holanda, que deve apresentar uma proposta para a diretoria rubro-negra em breve. Já o meio-campo tem sido observado por equipes da Itália e Espanha. Caso as propostas realmente cheguem e os valores sejam satisfatórios, os dirigentes do clube carioca não devem dificultar as negociações.

Contratações serão feitas, mas de forma pontual. Marcos Braz e Bruno Spindel, dirigentes que comandam o futebol do Flamengo, sabem que qualquer movimentação no mercado precisa ter o aval do setor financeiro. A chegada de Rafinha foi brecada justamente nesse ponto e o jogador acabou se irritando.

Nenhum clube do futebol brasileiro aguentaria passar ileso duas temporadas sem público. A renda da bilheteria é algo crucial. Sem ela, o Flamengo sabe que o momento agora é de apertar os cintos e trabalhar muito para manter craques como Gabigol, Gerson, Arrascaeta, Bruno Henrique e outros atletas inquestionáveis.

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