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Justiça acata denúncia do MP e “responsáveis” pelo incêndio podem ter penas de até 6 anos

O dia 8 de fevereiro jamais será esquecido pelo Flamengo e muito menos pela Nação. A data remete à maior tragédia na história do clube, quando um incêndio no alojamento das categorias de base vitimou dez jovens atletas.

Na última sexta-feira (15), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TRT-RJ) acatou a denúncia feita pelo Ministério Público (MP-RJ) arrolou 11 réus após a conclusão das investigações.

De acordo com informações divulgadas pelo portal “Globo Esporte”, o juiz da 36º Vara Criminal, Marcelo Laguna Duque Estrada, foi o responsável por expedir o ofício que comunicou o recebimento da denúncia. Devido ao fato relatado, os 11 réus vão responder à justiça por incêndio culposo (sem intenção de dolo) e qualificado, pois infelizmente terminou em morte. Os réus ainda serão julgados por lesão corporal, devido, aos três que sobreviveram e tiveram ferimentos graves.

No entanto, como nenhuma das denúncias foram por homicídio, nenhum dos réus irá a júri popular. Para os crimes definidos na forma culposa, o Código Penal não prevê pena de prisão em regime fechado. Em caso de detenção, os réus poderão cumprir o regime aberto ou semi-aberto (quando é necessário que o acusado durma na prisão, mas tem liberdade para sair durante o dia). Além disso, ainda de acordo com o GE, as penas podem variar de um ano e quatro meses até seis anos.

Cabe lembrar que os eternos ‘Garotos do Ninho’ que perderam a vida no incêncio foram: Athila Paixão, Arthur Vinícius de Barros Silva Freitas, Gedson Santos, Pablo Henrique da Silva Matos e Bernardo Pisetta, todos com 14 anos. Além de Christian Esmério, Jorge Eduardo Santos, Samuel Thomas Rosa e Vitor Isaías, com 15 e, com 16, Rykelmo de Souza Vianna.

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