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Na primeira partida de Rogério Ceni no comando do Flamengo, sem tempo para treinar o time, o treinador optou por escalar jogadores mais experientes como o goleiro Diego Alves, e os zagueiros Léo Pereira e Gustavo Henrique na defesa contra o São Paulo, pela Copa do Brasil.

No Fim de Papo, live pós-rodada do UOL Esporte, com os jornalistas Vinicius Mesquita, José Trajano e Rodrigo Mattos , Renato Maurício Prado afirma que entendeu as opções de Rogério Ceni como uma forma de tentar ganhar o vestiário ao prestigiar os veteranos do elenco rubro-negro.

“Ele quis ganhar os veteranos, claramente. Ele quis ganhar o grupo de veteranos que domina o vestiário, porque ele barrou o Hugo, barrou o Natan e deixou de escalar, por exemplo, o Ramon, que é mil vezes melhor do que o Renê. Ele fez aquela coisa tipo assim, ‘vou ganhar o vestiário primeiro’, e o vestiário passa pelos veteranos”, afirma Renato.

“Voltou o Diego Alves, capitão, então eu acho que a primeira ideia dele foi assim ‘deixa eu ganhar o vestiário’ agora. Depois, aos poucos, ele vai ter que ver que existem coisas, por exemplo, o Natan é melhor do que o Léo Pereira, o Ramon é muito mais jogador do que o Renê. Essas coisas, ele vai ter que ver, mas nesse primeiro jogo, a sensação que eu tenho foi ‘vou ganhar o vestiário, não quero brigar com os capitães de areia aí’. Acho que foi por aí”, completa.

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