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Dirigente do Flamengo comenta aumento de dívida – ‘Ano imprevisível e desafiador’

O Flamengo é um dos maiores exemplos de gestão na última década. Desde a chegada de Eduardo Bandeira de Mello, e depois com a entrada de Rodolfo Landim, o clube conseguiu reduzir de forma expressiva as suas dívidas e ter novamente o “nome limpo” no mercado. No entanto, 2020 tem se mostrado um ano desafiador para o rubro-negro, por conta da pandemia de coronavírus.

Um balanço divulgado recentemente mostra que o Rubro-Negro foi o terceiro clube do país que mais somou débitos neste momento que o mundo vive, R$ 163 milhões a mais do que no último levantamento.

No entanto, o atual presidente da Comissão de Finanças do Conselho Deliberativo do Flamengo, Claudio Pracownik, deixou claro que isso não é motivo de preocupação.

“Acrescento à excelente análise do Wallim que a razão entre a dívida liquida total e o resultado operacional dos últimos 12 meses é absolutamente saudável. Não quero minimizar os graves efeitos que a crise global impôs também ao CRF. Ainda temos pela frente um ano imprevisível e desafiador, aonde novas receitas terão que ser geradas e o Fluxo de Caixa gerido à unha. Termino dizendo que apesar de tudo, terminamos o 1º semestre com uma performance financeira melhor do que aquela orçada e que temos a sorte de ter a frente do Clube pessoas extremamente sérias e competentes para atravessar esse momento de exceção que estamos vivendo”, escreveu Claudio.

Durante a pandemia, o Flamengo reduziu o salários dos jogadores, perdeu o patrocínio da empresa Azeite Royal e teve o atraso do pagamento da Adidas e isso impactou a saúde financeira do clube. Além de não ter assinado com a Rede Globo pelo Campeonato Carioca, deixando de receber cerca de R$ 16 milhões de reais.

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