O lateral-esquerdo Filipe Luís, participou do quadro ‘Tino Marcos Uchôa’, do site do GE, na última terça-feira (18). O atleta pontuou a diferença que ele faz do lado emocional e do lado profissional. Para ele, é fundamental saber separar as duas coisas na hora em que está em campo para que a atuação dele não o afete tanto emocionalmente.
O atleta marcou um gol contra na estreia do Flamengo no Campeonato Brasileiro contra o Atlético Mineiro, no Maracanã, que acabou levando o rubro-negro à primeira derrota, na estreia do treinador espanhol Domènec Torrent.
Ele comentou sobre esse “golaço” contra:
“Nesse dia do gol contra, golaço, né? Mas contra (na partida contra o Atlético-MG). Foi um erro técnico. Não foi azar. Foi um erro técnico. Fiquei com receio de usar a direita por causa da lesão, daí usei a esquerda, não estou acostumado e coloquei a bola para dentro. Erro técnico. Erro meu. Eu sabia que tinha sido um erro, que custou o jogo, mas eu não saí triste, porque sei que foi o primeiro. Não lido com um lance do jogo, isso acontece. Não fico remoendo”, disse, antes de concluir:
“Eu separo muito o lado emocional do lado profissional. Muito! É uma coisa que eu sei que é fundamental na minha carreira. Não posso ficar pensando no que significa jogar no Flamengo. Tenho que jogar dentro de campo como se fosse um robô. Sabendo que tenho que marcar o máximo possível, atacar quando der para atacar e fazer a minha função e mais nada. Não posso pensar: ‘Meu Deus, eu tenho que jogar, porque a torcida vai ficar brava’. Aí depois, quando a gente ganha uma Libertadores e chega na rua e vê um milhão de pessoas, aí é só tentar segurar o choro. Aí é onde a gente sente a emoção de ser torcedor”, finalizou.






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