A diretoria do Flamengo continua no mercado em busca de uma solução para a lateral-direita após a saída de Rafinha. A decisão do craque de deixar o clube sem custos, rumo ao Olympiacos, da Grécia, abriu uma lacuna no elenco em uma posição que já era carente mesmo antes da saída do atleta.
No jogo contra o Coritiba, João Lucas recebeu uma oportunidade e foi elogiado pela torcida, por sua entrega em campo, já que o jovem lateral saiu de campo extenuado, porém, o planejamento da diretoria é contratar mais de um nome para a posição. Com a possível chegada do chileno Maurício Isla, que está sem clube desde que se desligou do Fenerbahçe, da Turquia, e recentemente recusou uma oferta do Boca Juniors, da Argentina, e mesmo com a chegada do atleta o clube segue observando alternativas no mercado.
Segundo o jornalista Mauro Cezar Pereira, a intenção da diretoria é contratar dois jogadores para a lateral-direita. Um dos preferidos da lista rubro-negra é Guga, porém, tira-lo do Atlético-MG não será uma tarefa tão fácil, já que a diretoria atleticana faz jogo duro e não facilita as negociações.
O lateral tem figurado na equipe titular do Atlético-MG e ganhou moral com o técnico argentino Jorge Sampaoli, um dos defensores pela permanência do jovem no elenco atleticano.
Com a dificuldade em negociar com a diretoria mineira e com o fechamento da janela de transferências internacionais, a diretoria rubro-negra não descarta selar um acordo com um jogador que atue no futebol sul-americano para outubro, quando reabrir o período de contratações.
Nesse cenário o Flamengo tem dois nomes no radar.
O primeiro nome seria o de Fabrício Bustos, que atualmente defende a equipe do Independiente, da Argentina. Com sondagem pelo atleta iniciada no final de junho, a diretoria rubro-negra já sabe que para contar com o atleta, o clube deverá desembolsar 5 milhões de dólares (cerca de R$ 27 milhões) por 80% do passe do lateral argentino.
O outro nome monitorado pelos cartolas seria o de Alex Vigo, de 21 anos, e que atualmente defende o Colón, também da Argentina. No entanto o contrato até 2023 pode atrapalhar os planos da diretoria rubro-negra.
Por Leandro Caetano






Deixe uma resposta