O vice-presidente Marcos Braz, anunciou de forma oficial que o lateral-direito Rafinha não fazia mais parte do elenco rubro-negro em coletiva nesta sexta-feira (14), e parte da torcida se revoltou com a saída “repentina” do atleta, sem que o rubro-negro pudesse contratar alguém “à altura”, já que o mercado europeu está fechado. Na imprensa teve quem defendesse Rafinha, como o colunista do UOL Alexandre Praetzel.
Na opinião do jornalista, há muito tempo, “o futebol não é mais uma paixão” para os jogadores, opinião destacada logo no título do texto: “Não existe amor no futebol”.
“O benefício foi maior do que o custo pelo seu desempenho e liderança, apesar de uma certa marra com os adversários. Agora, se despede com muitas críticas dos torcedores. Li adjetivos como mercenário, dinheirista e antiprofissional por parte de vários rubro-negros. Ora, há muito tempo o futebol deixou de ser paixão para os atletas. Hoje, numa escala de um a dez, o dinheiro está nas três primeiras posições sempre. Depois, vem a qualidade de vida planejada e, aí sim, a importância do clube. Se algum flamenguista acha que Rafinha veio para o Flamengo por idolatrar a instituição, está redondamente enganado.“
“A escolha pode ser discutível pela situação financeira delicada da Grécia, mas se o Olympiacos apresentar garantias, não há o que temer. A equipe grega tem presença constante na Champions League e não é uma aventura. Rafinha tem uma condição de vida estabelecida e encarou o desafio de voltar ao futebol europeu, onde ficou por 13 temporadas e meia, para buscar novas metas no fim da carreira. No Flamengo, ganhou tudo em uma temporada e vai deixar saudades, sim. Qualquer opinião em contrário é puro fanatismo e idealismo.“
Pelo Flamengo, Rafinha atuou em 46 partidas, tendo sido Campeão Brasileiro, Libertadores, Recopa Sul-Americana, SuperCopa e Carioca.






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