Desde 2013, o Flamengo passa por um processo de reestruturação. Os dois mandatos de Eduardo Bandeira e de Rodolfo Landim mudaram o clube de patamar. De extremamente endividado para bilionário. Mas antes disso, a situação era precária, como foi descrito por Léo Moura, no “Charla Podcast”.
“Era um momento difícil, em relação a dinheiro. A gente ficava 2 meses e meio sem receber salário. Não dava 3 meses porque aí, o jogador pode rescindir o contrato. Então, eles nunca deixavam completar 3 meses. Quando ia completar 3, eles pagavam metade de um. Isso na carteira. De direito de imagem, tinha gente que ficava até 9 meses sem receber”, contou Léo.
“Mesmo assim eu era feliz, eu tava jogando no Flamengo. Mas muita gente não sabia como era. Lá na Gávea só tinha um chuveiro quente. E ninguém acredita. Eu falava para os parceiros: ‘o Flamengo não tá pagando não’. Então, os caras tinham medo de ir para lá. Era difícil chamar um amigo para ir para o Flamengo, eles não queriam, porque não iam receber. Os caras tinham receio de vestir a camisa do Flamengo”, completou.






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